Publicado por: Big_DJouse | dezembro 27, 2009

Sobre Jogos Gays

A revista  gay norte americana Out criou uma lista dos jogos mais gays. Tomei conhecimento desta matéria numa tradução que o Omelete fez.

Logo se nota que os gays não conhecem nada de video-game, pois a lista é injusta. Vamos partir em defesa de cada um dos jogos e apresentar alguns outros jogos que deveriam ter sido incluídos nesta lista, com mérito e louvor.

O primeiro jogo que a Out listou como gay é o Mario! Motivo? O cara é um encanador e vive limpando canos. Sacou? O maior motivo do jogo ser gay é uma piadinha de duplo sentido com uma profissão. Como diria a galera da GTO, lamental…

O segundo jogo da lista da Out é o Super Contra. Outra injustiça. Qualquer derivado de Rambo na década de 80 e 90 poderia ser qualquer coisa, menos gay.

O terceiro seria o Duke Nukem. O cara ainda por aí  detonando aliens, pagando putas para mostrar os seios, falando frases de efeito como um ótimo herói canastrão e ganha o status de gay? Tem algo errado aí, não?

Burger Time é o quarto da lista. Esse nunca joguei, então não dá pra dizer muita coisa. Mas um jogo sobre hambúrguers não poderia ser tão gay, imagino eu. A não ser que estejam confundindo meiguice com boiolagem.

O quinto jogo é o Sonic! O Dr. Robotnick seria o responsável pelo status gay do jogo, por sua sede de jóias. Ok, então todo minerador de jóias é viado.

Pokémon. Tá bom, pikachu e sua eletricidade no rabo realmente é meio duvidoso, mas ainda assim não colocaria nessa lista só por isso.

Mortal Kombat. Esse entra aqui pela roupa drag queen style das mulheres. Se o problema do jogo for as roupas, tem coisa pior, muito pior, por aí. Citarei mais abaixo na minha lista de jogos gays.

Kirby. É, esse é gay.

Street Fighter. Segundo eles, cada lutador é um tipo diferente de bicha. Até  Ryu, um cara que só pensa em ser o mais foda nas artes marciais (só pensa nisso mesmo, nem dá pra ser homo ou hetero). Se for assim eu posso dizer que Kratos (God of War) é uma bichinha histérica.

Agora vamos à minha lista de jogos gays:

5º lugar: Altered Beast. Poderia traduzir o nome do jogo como “A Bichinha Alterada”. A história basicamente é de uma bibinha raquítica que é ressuscitada por Zeus para salvar Athena. Durante o jogo, a bibinha mata leões e vai ficando cada vez mais bombada, até se transformar numa bichinha peluda e poderosa. Pra quem curte, dá pra ficar procurando novas posições sexuais entre dois jogadores a cada fase. Tipo isso aqui. É, muito gay. É o único jogo que vejo o protagonista, homem, ficando de quatro pra se abaixar.

4º lugar: The Sims. Quer coisa mais feminina que brincar de casinha ou de bonecas? Pois é, esse jogo combina os dois. Ou seja, tem que ser muito gay pra jogar isso direto.

3º lugar: Moonwalker. Jogo do Michael Jackson pro Mega Drive. Ele joga purpurina nos inimigos para morrerem. Quando morre, vira uma estrelinha e saiu pelo céu. Tem um especial em que ele dança com os inimigos para matá-los. Preciso dizer mais?

2º lugar: King of Fighters. A Out colocou Mortal Kombat e Street Fighter na lista só pelo jeito que a galera se vestia. Quanta inocência deles. Neste quesito, King of Fighters ganha de longe. Bastam só esse, esse e, pra finalizar, esse aqui de exemplo. Não se convenceu ainda? Então toma esse aqui.

E o 1º lugar? Chou Aniki. Esse eu não quero nem falar sobre. Entre aqui por sua conta e risco. Não me responsabilizo por danos cerebrais. Eu só quero saber como esse jogo conseguiu ficar de fora de uma lista sobre os jogos mais gays da história. Impossível. Quem ler o último link aí, vai concordar que a lista da Out tá muito furada.

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Publicado por: Big_DJouse | dezembro 23, 2009

Sobre Avatar

Antes de mais nada, convém deixar claro que assisti a versão em 2D do filme. Ou seja, creio que aproveitei, no máximo, 50% da experiência do mesmo. Acho até que bem menos. Dito isto, vamos ao review.

A história do filme é bem conhecida. Quem assistiu Dança com Lobos ou o Último Samurai, já sabe bem como é a trama. Vou resumir aqui rapidão:

1 – Forasteiro com uma missão de espionar os nativos acaba sendo capturado por eles (em Avatar, Jake Sully não é bem capturado, mas a idéia é a mesma).

2 – Forasteiro começa a aprender sobre a cultura nativa e acaba se envolvendo com ela. Interesse romântico com nativa surge, claro.

3 – Forasteiro é finalmente aceito pela sociedade nativa, mas não sem antes passar por um ritual de iniciação.

3 – Guerra iminente entre o grupo do forasteiro e o grupo nativo.

4 – Forasteiro admite a espionagem do grupo nativo, como forma de provar sua lealdade para com eles. Claro que ele é tido como um traidor pelos nativos.

5 – Forasteiro assume papel de herói após recuperar confiança dos nativos.

6 – Guerra explode, com vitória dos nativos após adotar táticas e estratégias do forasteiro.

7 – Forasteiro, agora herói, decide viver para sempre entre os nativos. E então, final feliz.

Pronto, a história é essa aí. Contada e recontada em roliúdi uma porção de vezes. Então, o que faria você sair do conforto do seu lar para assistir este filme no cinema? Dou-lhe alguns:

Como já disse uma vez, o importante não é a história, mas sim como se conta ela. Aqui, temos a diferença. James Cameron usa muito o visual para fazer você se envolver com o drama dos Na’Vi (os nativos). A história se passa em Pandora, um planeta distante, cuja fauna e flora é riquíssima. Não dá para apreender todos os detalhes em uma só assistida. O mundo é realmente belo e tenho certeza que esse efeito é mil vezes realçado na exibição em 3D. Em pouco tempo de filme, você já se envolve com aquele mundo e sente muito mais quando ele começa a ser destruído pelos humanos. Eis o grande trunfo de Avatar. Acho até que a simplicidade da história foi intencional. Pra que desviar a atenção do público com uma trama complexa, se a grande estrela do filme é o próprio cenário?

Agora vamos às poucas críticas:

A primeira é sobre os Na’Vi. Se sobrou criatividade na criação de Pandora, faltou na criação deles. A cultura deles é chupada dos índios norte americanos. Vestimentas, religião, tecnologia, tudo. Até a linguagem tem algo de parecido. Seria interessante ver algo realmente diferente neles fora a aparência. Porém, vale a ressalva da qualidade dos CG. Tem certas cenas que não dá pra saber o que é real e o que é gráfico de computador.

A segunda crítica é mais birra minha mesmo, confesso. Mas aquele cabo USB que os Na’Vi têm na ponta de suas tranças… ah, não dá pra engolir não. Ok, a idéia é que tudo em Pandora é interconectado. Mas não dá pra vislumbrar uma evolução que tenha permitido o surgimento daquele órgão em praticamente todas as espécies, só para que existisse um meio de comunicação comum entre todas elas. Acho que um esquema de telepatia seria uma solução mais elegante, mas tudo bem, isso não diminui em nada a qualidade do filme.

Então, é isso aí. Para encerrar, sugiro que você vá assistir o filme e se possível, em 3D.

Sim, ia me esquecendo! Para quem já jogou Final Fantasy X, a floresta onde os Na’Vi moram é uma cópia de Macalania Woods. Se você já assistiu o filme, veja aí abaixo uma imagem e diga se não lembra:

Pandora??
Publicado por: Big_DJouse | novembro 13, 2009

Sobre coisas que eu odeio – VI

Pessoas que param em   escadas rolantes. Alguém pode me explicar por que parar de andar em uma escada rolante? Tá apreciando a vista, por acaso? Não consegue andar em cima de algo em movimento? Bah!

Publicado por: Big_DJouse | outubro 22, 2009

Sobre a Gripe Suína

Tinha escrito algo aqui sobre como ninguém fala mais da gripe suína e como nossa memória é dependente da mídia e outras coisas a mais. Porém o WordPress comeu o que escrevi.

Deixa pra lá, não era importante mesmo.

Publicado por: Big_DJouse | setembro 24, 2009

Sobre a Criatividade (ou falta dela)

Roliudi tá com uma falta de criatividade de assustar. Já repararam na quantidade gigantesca de remakes que estão fazendo hoje em dia? Se não é remake é adaptação. Estão adaptando tudo, de seriados antigos a livros, passando por (talvez principalmente) HQs.

Bem, no que diz respeito à adaptações, tenho pouca coisa contra. Só faço questão de que seja algo bem feito. Estilo Zack Snyder ou Peter Jackson, por exemplo. Se bem que certas coisas dispensam adaptações para o cinema, mas tudo bem. É bom ver uma história contada em outras mídias, pois isto traz perspectivas diferentes sobre essa história.

Agora, quanto aos remakes, não vejo necessidade. Por que refazer o que já foi feito? Eu sei, às vezes fica interessante acrescentar novos elementos à uma história, ou contá-la de uma forma diferente. Mas se isso vira um disfarce para a falta de criatividade, então eu sou completamente contra. Poxa, estão garimpando tudo o que já fez sucesso no cinema e na televisão de décadas passadas (principalmente a de 80). É como se os garotos que cresceram daquela época não tivessem capacidade de criar algo novo espelhado nas coisas que gostavam daquele tempo. Esses garotos só conseguem recriar o que já foi feito, só isso.Inadmissível. Criem alguma coisa nova ou deixem aqueles que têm essa capacidade trabalharem! Quero algo novo, não cópias de coisas que eu já assisti anos atrás. Se eu quiser assistir, vejo o original, simples assim.

Publicado por: Big_DJouse | setembro 21, 2009

Pequena lista de clichês em filmes

Aqui vai uma pequena lista de clichês encontrados em filmes. Acrescentarei mais à medida que eu encontre outras ou alguém coloque nos comentários.

1 – Quando alguém está prestes a morrer, essa pessoa sempre, mas sempre mesmo, tem tempo de conversar com outra para fazer uma declaração ou contar algum segredo. É incrível, logo depois de falar a pessoa morre, como se a morte estivesse esperando lá, pacientemente, com a foice na mão;

2 – Se alguma máquina ou aparelho ou veículo quebra, ele volta a funcionar na porrada. Não importa se é algo velho ou alienígena, uma pancada sempre resolve;

3 – Toda comédia romântica termina com alguma corrida. É naquele momento que um dos dois percebe que gosta /perdoa /descobre o engano e corre desesperadamente para encontrar o seu/ sua parceiro(a) que estava prestes a viajar/sumir/outro motivo que faria os dois nunca mais se verem. No final da corrida, quando o cara ou a garota faz alguma loucura para encontrar o(a)  parceiro(a), acontece a declaração de amor cute-cute. Se não há a corrida, pelo menos tem a declaração de amor final cute-cute;

4- A bomba sempre tem que parar nos dez últimos segundos da contagem regressiva;

5 – Não importa quão letal um serial killer seja. Ele sempre vai perder pra mocinha songa-monga que resta daquele grupo de jovens que o assassino matou criativamente;

6 – Sim, sempre quem sobra do grupo de jovens acima é uma mocinha songa-monga;

7 – E o serial killer nunca morre da primeira vez. Ele precisa morrer duas vezes no filme pra não importunar mais… até o próximo filme, claro;

8 – Numa briga, o mocinho começa sempre apanhando. Normalmente seu oponente é mais forte e mais ágil.  Depois, quando ele já está surrado o bastante, além de qualquer possibilidade de reação, ele vai se lembrar de algo. Pode ser seu mestre, a família que foi morta, um momento com sua garota ou até mesmo uma merda qualquer que um amigo lhe disse. Isso será suficiente para que ele se recupere e acabe com o seu oponente. Se for com um golpe totalmente previsível e cheio de firulas que o mestre ensinou como última lição, melhor ainda;

9 – Todos os planos feitos jamais são seguidos à risca. Sempre algo dá errado;

10 – As balas só acabam quando alguém está prestes a levar um tiro à queima roupa.

Publicado por: Big_DJouse | julho 1, 2009

Sobre Política

Não gosto de política. Se alguém me perguntar algo, pouco terei a dizer. Odeio acompanhar e mais ainda tomar partido por algum partido ou político. Pra mim, alguém que se candidata ao poder não pode ser confiável. Provavelmente essa pessoa não entende o que significa estar lá, no comando.  O poder é, essencialmente, um fardo. Um rei não comanda,  serve seu povo.  Quem, em sã consciência, iria querer um tarefa dessas?

Cargo político deveria ser imposto. Sei lá, alguém escolheria um cidadão que fosse comprovadamente apto ao cargo e exigiria que ele desempenhasse muito bem sua função, sob pena de ser punido em caso contrário. Apto aqui significaria que ele fosse comprovadamente honesto e, de preferência, tivesse horror à idéia de ficar no poder. Pode parecer uma idéia idiota, mas acho mais aceitável do que dar poder de voto a uma maioria sem a educação necessária para escolher seus representantes. Uma maioria que se vende ao primeiro que aparece dando algumas migalhas. Uma maioria que continua burra porque é de interesse daqueles que estão no comando que assim permaneça.

Eu, pessoalmente, não acredito que o voto é a arma do cidadão. Não creio que o voto mudará alguma coisa e tenho pena de quem acredita nisso. Acho que é mais uma quimera a que muitos se agarram para justificar sua omissão. Os políticos roubam, achamos injusto e isso é tudo. Tentamos acreditar que tudo se resolverá na próxima eleição, quando formos às urnas. Bobagem.

Qual a solução? Não sei. Revolução, diriam alguns mais extremos. Para quê? Para que outra classe tome o poder e continue tudo do mesmo jeito, ou senão pior? Não, essa não é a resposta. Eu desconfio que educação seja a resposta, mas quando e como chegaremos lá?

Publicado por: Big_DJouse | junho 27, 2009

Sobre o Rei do Pop

Rest in peace, Michael. Abaixo segue a melhor homenagem ao rei do pop já criada.

Publicado por: Big_DJouse | abril 25, 2009

Sobre Hoaxes

Eu não sei qual é a graça de criar um hoax. Eu só sei que é chato pacas.

Uma dica que eu dou, é sempre conferir as informações que você recebe por e-mail. Um hoax não consegue sobreviver a uma googlada. Basta ter paciência e procurar um pouco sobre um assunto. Por exemplo, o último hoax que recebi foi sobre a tal da senha invertida em caixas eletrônicos.

Funcionaria mais ou menos assim: se você estivesse sendo vítima de sequestro relâmpago, assim que você fosse sacar o dinheiro, você digitaria sua senha ao inverso. Nesse caso, você sacaria o dinheiro, mas alertaria a polícia.

Como achei muito bom pra ser verdade, resolvi pesquisar sobre isto no google. A primeira página que encontro é esta aqui. Ou seja, é MENTIRA. Portanto, cuidado com este e mais outros hoaxes. Sempre pesquise pela veracidade da informação antes de confiar nela e, principalmente, antes de repassá-la.

E espero, com todo carinho,  que quem cria estas drogas queime no fogo do inferno.

Publicado por: Big_DJouse | abril 17, 2009

Sobre Arte

Estudiosos e filósofos de plantão, por favor me respondam:  o que é arte?

Eu acho que é algo que criamos para despertar emoções e sentimentos nos outros. Não é lá uma boa definição, mas me serve.  Mas se o sentimento e emoção despertada em mim fosse apenas o de pura estranheza? Algo do tipo “”que merda é esta?”. O que provocou isto ainda seria arte? Não sei, mas prefiro pensar que não.

Foi o que me aconteceu no começo deste ano. A prefeitura de João Pessoa montou apresentações de orquestras e grupos musicais na praia, de graça para o povão. Gostei muito do projeto, espero que se repita. Mas foi em uma destas apresentações que assisti a um grupo chamado Aguaúna.

Primeiro deixa eu trancrever um trecho do anúncio do grupo:

O propósito do grupo é resgatar a linguagem da espontaneidade na criação artística, utilizando o conceito da visualização de cenários míticos. O ‘Aguaúna’ mantém um laboratório de experimentação em seu local de ensaios para testar o limite e o alcance da estética da música de livre improvisação.

O que diabos era aquilo? No começo eles tocavam algo que me lembrava músicas indianas. Até aí tudo bem, existe um público para isso. Em especial a galera que faz yoga, acho que iria curtir bastante.

Depois foi piorando. Por exemplo, de cinco músicos no palco, cada um tocava um música diferente, ao mesmo tempo. Ou melhor dizendo, tiravam sons aleatórios de seus respectivos instrumentos. A cantora também fazia o mesmo com sua voz. Fazia alguns sons estranhos, parecendo mais aqueles exercícios para aquecer a voz que vemos alguns cantores fazendo e não raro pensamos que eles estão malucos. Música de livre improvisação é o caralho, me dêem qualquer instrumento que toco notas aleatórias tão bem quanto eles!

Em um certo momento do show, a cantora tira som de uma corda. Isso mesmo, de uma corda. Ela pega e gira a corda acima de sua cabeça. Em outro momento, o cara declama os seguintes versos, enquanto os sons aleatórios coninuam ao fundo: ” O que há entre o gnomo e a puliça?”.

Meu Deus! Parece uma apresentação de loucos! Se eles queriam despertar estranheza no seu público, conseguiram com louvor. Agora eu me pergunto se isto é arte. Acho que não. Pois quando você não consegue despertar nenhum sentimento, tudo que sobra é a estranheza.

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