Publicado por: Big_DJouse | junho 20, 2007

Sobre o Príncipe da Persia

É a primeira vez que vou comentar sobre um jogo. Porém não temam, posso dar conta do recado. Só não esperem uma resenha completa com uma análise detalhada sobre todos os componentes do jogo, como som, gráficos, jogabilidade, etc, etc e etc. Irei logo ao ponto, dizendo o que me agradou ou não.

E a primeira vítima minha será o Prince of Persia. Não, não o original de 1989. Vou falar da trilogia “recente”, que saiu para meio mundo de consoles. A que começa com o Sands of Time (vai virar filme), The Warrior Within e The Two Towers.

Se você não conhece, o jogo em si baseia-se apenas em explorar um gigantesco castelo nos tempos das mil e uma noites, enfrentando alguns inimigos pelo caminho ou usando as habilidades simiescas do Príncipe para seguir em frente. Nada de quebra cabeças difíceis, te obrigando a passar horas em uma única sala. Tudo é bem intuitivo e simples, porém nem sempre fácil. Ou seja, perfeito.

As acrobacias do Príncipe desafiam a gravidade. Concordemos que ninguém consegue dar cerca de 15 passos em uma parede sem cair. Mas o que impressiona é que a forma como ele se movimenta é tão perfeita que faz você acreditar que são possíveis. Chego a dizer que as tais macaquices são o ás do jogo. É divertido pensar de que forma você deverá dizer adeus à gravidade e subir até aquela plataforma inacessível para um mero humano sem treinamento nem sangue real. E se você errar, o jogo permite você voltar no tempo e corrigir o erro. Como disse antes, perfeito.

Ok, e fora isso? Tem os combates também. Para falar a verdade, foi a única coisa que evoluiu durante os três jogos: no Sands of Time são bem simples, no Warrior´s Within são super complexos, permitindo aniquilar os inimigos de várias maneiras. E no The Two Towers, adicionou-se um esquema de morte rápida, que consiste em matar sem ser visto pelos inimigos. Bem legal.

Todos os três são ótimos, mas qual o melhor entre eles? Aí sim, nessa questão o Sands of Time, o primeiro, ganha de longe. Um bom motivo para isso é a perfeita sincronia entre jogo e história. Explico.

A história do Sands of Time começa quando o Príncipe rouba a adaga do tempo (é o artefato que permite voltar no tempo, quando se erra uma macaquice) e, influenciado pelo maligno Vizir, abre as Areias do Tempo (viu? Areias do Tempo = Sands of Time, rá!). Isso, é claro, fode tudo ao redor dele, afinal não teríamos história, nem jogo. Agora uma dúvida… por que todo vizir é o vilão de histórias das arábias?

Só que, todo o tempo, quem conta a história é o Príncipe. Enquanto você joga, pode ouvir ele narrando. Isso, é claro, te permite entrar mais no “feel” de mil e um noites. Tá certo que ele não é nenhuma Sheherazade, mas é divertido ouvi-lo falar depois que você morre: Espera! Não foi assim que aconteceu! Me deixe tentar novamente!

Esses recursos só incrementam a experiência de jogo. Sei que soa meio viado falar isso, mas é verdade. Todos os mecanismos do jogo, como save points, um restart depois do game over, poderes do Príncipe, dicas do que se deve fazer, tudo isso tem um embasamento na história. É apenas detalhes, mas dizem que nos detalhes é que mora a perfeição. Não há um só elemento fora de lugar, sem explicação. É essa sensação de coesão, de união que garante o status de obra de arte para esse jogo.

Pois é, tudo isso foi perdido nos outros dois jogos. A história já perde sua força, sua identidade. Nada mais de mil e uma noites. Sem falar de outros erros. Por exemplo, no Warrior´s Within, a música que impera é o metal. Pra que? Só porque os gamers em sua maioria curte este estilo de música? Porque combina com a ação? Acaso tocavam metal na Pérsia antiga? O que concluo é que o jogo piora conforme surge uma nova versão. Lamentável. Espero que parem, antes que vire algo intragável.

Enfim, joguem apenas o Sands of Time. O Warrior´s Within ainda vale pelo sistema de combate. Se bem que estou certo de que quem jogou um, vai jogar todos.

Sim, ia esquecendo. Destaque no The Two Thrones Towers para o vilão mais ridículo. O vizir parece um destaque de carro alegórico em um desfile de escola de samba. Não estou brincando, parece mesmo. Infelizmente não peguei uma screenshot do figura.

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Responses

  1. Achei o vizir mais parecido com um galeto assado voador. Mas é só a minha opinião.

    E uma correçãozinha ráida: não é Two Towers, e sim Two Thrones.

    🙂

  2. ráida = rápida.

    🙂

  3. Valeu, Ivo! Tá corrigido. =D

    E é verdade. O vizir pode ser um galeto assado voador. Purpurinado.

  4. nao consigo passar do prince of persia the two towres como quebro a parede dos poços dos ancetrais (1 parte)?

  5. Cara, faz muito tempo que joguei pra lembrar disso. Mas vai nesse site abaixo que com certeza você encontra alguma ajuda:

    http://www.gamefaqs.com/

  6. eu consegui hoje passar o Princeof de persia two towres
    e para quebrar a parede parede dos poços dos ancetrais (1 parte)
    vc deve manter segurado o Triângulo até a adaga do pai do princepe brilhar e fique em frente da parede
    e vai quebrar

  7. Oi…
    Vcs conhecem algum outro game pra PS3 parecido com o P. Pérsia? Já fechei o jogo umas 4 vezes e queria um outro no mesmo estilo, mas tenho medo de comprar uma M….. e me arrepender…
    Aguardo sugestões…
    Vlw…
    Rê.

  8. ae alguem sabe um site com BOAS dicas para price of persia the two thrones EM PORTUGUES emviem para o meu msn : triplo_x_lks@hotmail.com

  9. Regi, outro jogo próximo do Prince of Persia é o Tomb Raider. Não chega a ser tão bom quanto, mas ainda é legal. Principalmente pra quem tá procurando novidade.

  10. Ai galera podem me chamar de juninho, eu sei a historia dos três jogos e estou louco para contar. Porem o meu comentario sera bem grande, pois vou juntar os três jogos contando a historia de cada um deles. A historia e um seguinte:
    1 The sands of time

    No Império Persa, o Rei Shahraman e seu filho Prince (principe), em busca de honra e glória, invadem a Índia e derrotam o poderoso marajá com a ajuda do Vizier, um subordinado deste último que o traiu. Durante a batalha, Prince encontra uma misteriosa adaga e, ao acionar sem querer um botão em sua empunhadura, descobre que ela permite o seu dono voltar no tempo. Após a invasão, eles seqüestram a princesa Farah, filha do marajá, e se apoderam de seu palácio e tesouros, incluindo uma adaga e uma ampulheta gigante. Vizier, sabendo que a Dagger of Time (em português, “Adaga do Tempo”) e a Hourglass of Time (em português, “Ampulheta do Tempo”) juntos podiam dar ao seu dono o poder da imortalidade, esconde esse fato dos outros e começa a elaborar planos para se apoderar de ambos os itens. O Rei Shahraman segue para se encontrar com o rei de Azad e presenteá-lo com a misteriosa ampulheta para manter as boas relações entre os dois. Enquanto isso, Prince, enganado por Vizier, crava a Dagger of Time na Hourglass of Time, liberando as Sands of Time (em português, “Areias do Tempo”), que transformam as pessoas de Azad em monstros de areia, exceto por Prince, Farah e o Vizier, por possuírem artefatos que o protegeram: a Adaga, o Medalhão, e o Cajado, respectivamente. Então, Prince decide reparar os danos que ele causou e devolver as Sands of Time para a ampulheta, usando a adaga.
    Após o Prince matar alguns monstros com a adaga e absorver a areia do corpo deles, uma coluna feita de Sands of Time lhe aparece, mostrando-lhe, através de visões, o futuro. Durante a sua jornada, Prince encontra Farah, e de início não confia nela, mas com o tempo os dois unem suas forças e se tornam cada vez mais próximos. Quando finalmente encontram a Hourglass of Time, Farah fala para o Prince cravar a adaga no topo dele. O Prince, que em uma de suas premonições havia visto Farah roubando a adaga, e considerando que ela teria razões de sobra para odiar ele e seu povo, não confia nela. Durante este momento de hesitação, o Vizier aparece e lança uma magia em direção a eles, lançando-os para fora do local através de um buraco na parede. Logo em seguida, eles caem no centro de uma tumba.
    Enquanto procuram por uma saída da tumba, Farah nota que Prince está tremendo, que diz que tem medo de lugares fechados. Para ajudá-lo, Farah conta que a sua mãe dizia para falar a palavra “Kakolukia” sempre que estivesse com medo, e uma porta se abriria para ela. Farah conclui dizendo que nunca falou isso para ninguém, mas Prince não acredita na história, dizendo que era infantil. Porém, quando ele fala a palavra, uma passagem secreta se abre perto deles. Eventualmente, eles chegam a uma sala de banhos, onde os dois aproveitam para mostrar a afeição que sentem um pelo outro.
    Quando Prince acorda, percebe que Farah roubou a adaga e a sua arma, mas deixou o medalhão para protegê-lo das Sands of Time. Farah estava assumindo para si a responsabilidade de resolver toda a situação. Prince vai atrás dela e a encontra lutando contra vários monstros. Ela é golpeada e cai por um buraco até a sala onde está a Hourglass of Time, morrendo ao atingir o chão. Prince tenta voltar no tempo usando a Dagger of Time, mas ela não tem mais areia para isso. O Vizier lhe aparece e ele, dominado pelo sofrimento, finalmente crava a adaga na ampulheta, devolvendo as Sands of Time para ela e voltando no tempo até um momento anterior à invasão da Índia.
    O Prince então acorda no acampamento do seu exército, ainda com a Dagger of Time, e atravessa uma floresta até o quarto de Farah para lhe devolver a adaga. Devido ao fato de ele ter voltado no tempo, ele era o único que sabia do que aconteceu, precisando então contar primeiro a história sobre a invasão da Índia, a traição de Vizier e o que eles viveram juntos a Farah. Ao terminar de contar tudo, o Vizier aparece para tentar matá-lo, acusando-o ser um mero intruso mentiroso, mas durante a batalha revela a sua intenção de trair o rei. Após derrotar o Vizier, Farah lhe pergunta por que que ele inventou uma história tão absurda apenas para somente devolver a adaga, alegando que ela não é uma criança que crê nessas coisas. O Prince simplesmente concorda com ela quanto à história não ser verdadeira, e lhe entrega a adaga. Quando está indo embora, Farah pergunta seu nome, e Prince diz para chamá-lo de “Kakolukia”. Farah fica surpresa ao perceber que a história era, de fato, verdadeira, e Prince vai embora.
    2 Warrior Winthin

    Quando o Prince se aproxima da Ilha do Tempo, o seu navio é atacado por uma tripulação de monstros de areia que é liderada por uma misteriosa mulher chamada Shahdee. Após o ataque, e tendo a sua tripulação aniquilada, o Prince é brutamente jogado ao mar após um confronto com ela. Ele é levado pela correnteza até as praias da ilha, por onde ele começa a se aventurar atrás de sua inimiga. Ele entra em um palácio e, eventualmente, a encontra entrando em um Portal do Tempo, que interligam o passado e o presente naquele local. Assim, o Prince continua a sua perseguição durante o passado. Explorando o palácio, o Prince se depara com uma mulher de vermelho lutando contra Shahdee. Ele enfrenta esta última, matando-a. Logo após isto, a mulher o dá as costas, ignorando as suas palavras.
    Eventualmente ele a encontra novamente em frente ao portão da sala do trono do palácio. O Prince revela o seu objetivo de ter uma audiência com a Imperatriz do Tempo, mas é incapaz de fazê-lo devido às duas travas do portão que leva à sala do trono, o local no qual a Imperatriz estava se escondendo. A mulher lhe diz que, para retirar estas duas travas, o Prince deve seguir caminho a duas torres da ilha, ativando um mecanismo hidráulico gigante em cada uma delas. Ela conclui dizendo que o seu nome é Kaileena, e entrega uma espada que o dará acesso à entrada das torres. Durante o seu caminho, o Prince é perseguido várias vezes pelo Dahaka, descobrindo que ele possui aversão a água. Além disso, ocasionalmente, ele se depara com uma estranha criatura antropomórfica de olhos azuis brilhantes, que aparenta seguí-lo em certas ocasiões. No último destes encontros, ambos o Dahaka e tal criatura aparecem para o Prince e, aparentemente por sorte, Dahaka captura a criatura, deixando o Prince vivo.
    Após conseguir ativar o mecanismo das duas torres, o Prince retorna à sala do trono. Ao entrar na sala com Kaileena, esta os tranca na sala, revelando que ela era, de fato, a Imperatriz do Tempo. Ela revela que tinha enviado Shahdee para matá-lo e evitar que ele alcançasse a ilha, que o guiou às duas torres esperando que ele sucumbisse às armadilhas no caminho, e até amaldiçoou a espada dada por ela para que este morresse. O seu objetivo era, assim como o do Prince, tentar mudar o seu destino, já que ela tinha visto na linha do tempo que morreria nas mãos do Prince. Shahdee, considerando este objetivo de mudar o destino fútil, trai Kaileena apenas para ser morta pelo Prince. Ele então a enfrenta e consegue matá-la no passado, retornando ao presente logo após. O Prince, acreditando que conseguiu enganar o seu destino, logo descobre que, quando ele matou Kaileena, as Areias do Tempo foram criadas a partir dos seus restos mortais. Após uma longa perseguição do Dahaka cada vez mais furioso, o Prince começa a perder as esperanças, até que descobre a existência da “Mask of the Wraith” (“Máscara do Espectro”), que é conhecida por dar ao seu dono o poder de coexistência consigo mesmo em duas diferentes épocas na mesma linha do tempo. O Prince encontra e coloca a máscara, transformando-se no “Sand Wraith” (“Espectro de Areia”), a mesma criatura de olhos azuis brilhantes antes vista pelo protagonista.
    O Prince, durante o seu caminho de volta à sala do trono, testemunha vários encontros ocasionais com a sua própria pessoa passada, assistindo às mesmas cenas só que de um ângulo diferente. Eventualmente, ele descobre que, para retirar a máscara, a sua outra versão na linha do tempo deveria ser assassinada. Assim, no último encontro onde estão ele, a sua outra versão e o Dahaka, o Prince consegue fazer com que a sua versão normal seja capturada por Dahaka, contrariando os eventos antes vistos. Assim, após retirar a máscara, ele chega à conclusão que matar Kaileena no presente, ao invés de no passado, irá fazer com que as Areias do Tempo sejam criadas, mas evitará que elas sejam encontradas pelo marajá e, consequentemente, evitará que ele as liberte em Azad. O Prince então força Kaileena para o presente, jogando-a em um Portal do Tempo.
    Quando o Prince encontra Kaileena, ela o ataca, mas este recusa lutar, afirmando que o destino poderia ser modificado se eles não lutassem e se ela não fosse morta. Após isto, o Dahaka aparece para capturar Kaileena, que não pertencia àquela época. O Prince, auxiliado por Kaileena, luta contra ele com a Water Sword(espada de água), jogando-o no mar e matando-o para sempre. Após isto, o Prince e Kaileena constroem um barco juntos e partem viagem de volta à Babilônia, econtrando-a em chamas e devastada por uma guerra.
    3 the tho thones
    Prince e Kaileena retornam à Babilônia. Quando o barco de Prince vai se aproximando do porto da cidade, ele remove o medalhão de sua armadura e o joga no mar. Ao chegar à Babilônia, ele fica horrorizado ao encontrá-la em chamas e devastada pela guerra. O seu barco é atacado e ele e Kaileena são jogados no mar, com Kaileena sendo capturada depois do naufrágio. Após percorrer a cidade atrás de Kaileena, Prince descobre que, como resultado de seus esforços na Island of Time para prevenir que as Sands of Time (em português, “Areias do Tempo”) fossem criadas, e, assim, Vizier nunca foi assassinado. Vizier mostra que possui a Dagger of Time (em português, “Adaga do Tempo”) e também o bastão mágico. Ele estava à procura das Sands of Time e capturou a Imperatriz do Tempo para adquiri-las. Quando Prince é visto, ele é interceptado por dois subordinados de Vizier, sendo imobilizado por um chicote laminado que é então enrolado em volta de seu braço, perfurando-o. Vizier então mata Kaileena e liberta as Sands of Time, que colidem em todos que estão por perto. Logo em seguida, ele apunhala a si mesmo com a Dagger of Time, tornando-se um ser imortal: Zurvan, o Deus do Tempo. As Sands of Time também alcançam Prince, infectando a sua ferida aberta e fundindo o chicote com o seu braço. Então, ele consegue se libertar e escapar, adquirindo a Dagger of Time no processo.

    Durante o seu caminho pela cidade para novamente matar Zurvan, Prince percebe que as Sands of Time afetaram a sua mente. Ele é então dividido basicamente em duas personalidades: uma dominante que procura fazer o bem, apesar de ser movida por vingança, e a do Dark Prince, manifestada por uma voz interior que fala com ele. Dark Prince é um ser arrogante e cruel que tenta arduamente convencer o Prince que eles são a mesma pessoa, discutindo constantemente com Prince fazê-lo se importar só consigo mesmo, usando o desejo de vingança dele como um catalisador para tal. Eventualmente, Prince encontra Farah, que não se lembra dele devido às suas ações na Island of Time, mas eventualmente concorda em cooperar com ele. Enquanto procura por Zurvan, Prince vai descobrindo cada vez mais sobre a natureza de Dark Prince que, de fato, não faz parte de si mesmo, sendo somente a manifestação das Sands of Time que tentam dominar o seu corpo e mente. Eventualmente, ele começa a ignorá-lo, sendo inspirado por Farah para agir pela compaixão pelo seu povo que está sofrendo, ao invés de ser movido pela vingança contra Zurvan.

    Quando Prince finalmente encontra Zurvan, este captura Farah e joga Prince em um abismo que leva a túneis, onde Dark Prince tenta tomar controle dele mais agressivamente. Mais tarde, ele encontra o cadáver de seu pai, com quem ele queria reconciliar-se, e é forçado a enfrentar as consequências dos seus maus atos. Ao aceitá-las, Prince consegue silenciar Dark Prince, aparentemente para sempre. Então, ele consegue escapar do local e mais uma vez enfrenta Zurvan, conseguindo matá-lo com a Dagger of Time enfiada em seu coração. Após a batalha, Kaileena aparece e recolhe toda a areia espalhada pela região, curando Prince de todas as suas feridas e de sua infecção no braço, se despedindo logo após com a Dagger of Time em mãos. Em seguida, quando Prince se inclina para pegar a coroa de seu pai, ele é confrontado por Dark Prince, que o joga em sua própria mente, onde ambos começam a lutar pelo controle. Após perseguir o seu rival em sua própria mente, eventualmente Farah lhe aparece, dizendo que o melhor a se fazer é ignorá-lo. Assim, Prince percebe que lutar contra Dark Prince só aumentava a sua raiva, o que o alimentava, então decide simplesmente deixá-lo para trás. Este, por si, é permanentemente silenciado, esfomeado de raiva e agressão. Ao fim da historia, Prince acorda ao lado de Farah.


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